Caixas de Guerra
Caixas de Guerra
No barulho mudo da serra
Um novo som soou
São caixas de guerra
A batalha começou
As tropas inimigas
Impacientemente ouvem o rufar
Nunca começam as brigas
Sem a caixa se acalmar
A caixa já se calou
A batalha vai prosseguir
Mas ninguém reparou
O inimigo está a fugir
Os perdedores têm medo
O seu rufar foi impotente
Fugir enquanto é cedo
Porque a vida é importante
Os inimigos não desistem
Com eles têm de lutar
E novamente insistem
Vão começar a disparar
Vão ter de escolher
Querem bater em retirada
Mas vão ter de vencer ou morrer
Vá decidam-se! Siga a desgarrada!
Recomeça a guerra
E vencem os vencidos
Fugiram da serra
Os que estavam convencidos
Não se vive de aparências
No Mundo de cada dia
É preciso referências
Para enganar a covardia
Os novos sons da vida
Há que saber ouvir
Quanto mais a vida é vivida
Mais os consegues sentir
Telma Pio
Março de 1998
Baseado na história das Caixas de Rufo, antigamente denominadas Caixas de Guerra.
No barulho mudo da serra
Um novo som soou
São caixas de guerra
A batalha começou
As tropas inimigas
Impacientemente ouvem o rufar
Nunca começam as brigas
Sem a caixa se acalmar
A caixa já se calou
A batalha vai prosseguir
Mas ninguém reparou
O inimigo está a fugir
Os perdedores têm medo
O seu rufar foi impotente
Fugir enquanto é cedo
Porque a vida é importante
Os inimigos não desistem
Com eles têm de lutar
E novamente insistem
Vão começar a disparar
Vão ter de escolher
Querem bater em retirada
Mas vão ter de vencer ou morrer
Vá decidam-se! Siga a desgarrada!
Recomeça a guerra
E vencem os vencidos
Fugiram da serra
Os que estavam convencidos
Não se vive de aparências
No Mundo de cada dia
É preciso referências
Para enganar a covardia
Os novos sons da vida
Há que saber ouvir
Quanto mais a vida é vivida
Mais os consegues sentir
Telma Pio
Março de 1998
Baseado na história das Caixas de Rufo, antigamente denominadas Caixas de Guerra.


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